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26 de julho de 2009

Família Natiruts Entrevista: Amanda de Bem


E ae Amanda, primeiramente queremos agradecer pela participação sua no blog! Antes de começar-mos a perguntar, fala um pouco de vc ae pra galera, nome todo, quantos anos, aonde mora, o que faz da vida, qual time torce e por ae vai.
Eu que agradeço! É uma honra poder participar do blog e deixar aqui um pouquinho de mim. Me chamo Amanda Santos de Bem, tenho 15 anos, sou gaúcha e gremista. Moro na região metropolitana de Porto Alegre, em uma cidade chamada Viamão. E no momento eu só estudo.

FN: Então Amanda, como não poderia faltar, quando e onde conheceu o natiruts?
A:
Conheci a Banda no Bar Opinião, aqui em Porto Alegre, dia 21 de maio desse ano.

FN: Recentemente vc foi em seu 1º show do Natiruts, e ae como foi?
A:
Na realidade, não há palavras pra descrever a sensação que eu senti, ver toda a banda ali, bem de perto, foi demais! É uma mistura de todos os sentimentos bons, uma vibração incrível e uma felicidade indescritível! E o primeiro (de muitos) a gente nunca esquece né?!

FN: Conta pra gente alguma história marcante, uma lembrança ou acontecimento que envolva alguma música?
A: Na verdade, a minha vida é marcada por muitas músicas, cada momento pede a sua... mas uma que me marca muito é Raggae de Raíz, pois sempre que eu não estou muito bem, coloco ela pra tocar e parece que não existe problemas e as coisas que nos fazem mal vão logo embora. Bom demais!

FN:
Você já passou as mensagens que o NATIRUTS transmite para alguma pessoa que não conhecia? O que ela achou?
A:
Claro! Sempre gosto de mostrar algumas músicas para as pessoas, principalmente se elas não estão em um clima legal, porque o Natiruts energiza e passa uma sensação maravilhosa através das canções...E até agora, todas adoraram!

FN:
O que você achou do novo CD ?
A: Adorei! Como sempre, a galera está de parabéns... Cada música tem seu momento, seu clima, mas todas fazem a alma vibrar, isso é o que marca os cd's do Natiruts. E se tivesse que escolher apenas uma, não seria capaz, há muitas especiais pra mim.

FN:
O que você acha das misturas que o Natiruts faz? Com o DJ Malboro e Claudia Leite, por exemplo? Qual a tua opinião sobre eles tocarem outros ritmos em alguns shows?
A:
Acredito que seja muito bom e benéfico pra Banda, pois a galera que não conhece muito o som do Nati, acaba ouvindo e gostando. Um exemplo é minha mãe, ela adorou Sorri, Sou Rei! rs. Até porque misturar faz bem... E acho muito interessante a galera tocar outros ritmos, porque dá um toque diferente, um clima legal... gosto muito.

FN:
Além do Natiruts, qual banda mexe com você? E pq?
A:
Eu gosto bastante do som da Maskavo, porque me transmite coisas muito boas também. E internacional, posso citar o Jack Johnson, ele consegue passar muita paz através das músicas.
FN: Acha legal o Natiruts estar aparecendo mais na mídia?
A:
Com certeza. É muito bom poder ver o Nati, como uma banda independente, aí na mídia, apesar de algumas críticas, é uma maneira da Banda mostrar seu trabalho, seu desenvolvimento e sua evolução.

FN: Trocando um pouco de assunto, o que vc vem achando do momento atual do nosso Brasil?
A:
Nosso Brasil, é um país de muita festa, que vive o momento e não pensa no futuro. Com falta de perspectiva, os brasileiros não cobram dos governantes, dos políticos corruptos, desonestos, que só pensam em si, causando essa democracia desordenada e confusa. Há falta de ética, de moral, de caridade e ajuda ao próximo. E a educação de hoje, não ensina, apenas forma. O Brasil é um País despreocupado com o amanhã.

FN:
E pra terminar fala ae um pouco do que vc espera do seu futuro, suas metas de vida!
A:
Então, eu pretendo logo que terminar o ensino médio, cursar uma faculdade, ter uma vida alegre e sempre aprender com meus tropeços... Quero muito ser independente, ter filhos, viajar e ir em muitos show do Nati!

26 de abril de 2009

Família Natiruts entrevista: Felipe Braga




Família Natiruts: E ai Felipe, primeiramente queremos agradecer pela sua participação no blog! Antes de começar-mos a perguntar, fala um pouco de você pra galera, nome todo, quantos anos, aonde mora, o que faz da vida, qual time torce e por ai vai.

Felipe: Queria agradecer, to muito feliz pelo espaço aqui. Meu nome é Felipe Rodrigues Braga, sou carioca, tenho 18 anos, flamenguista. Sou estudante, embora saiba que deveria estudar mais. Gosto muito de música e por isso conheci a galera aqui do blog.


FN: Então Felipe, como não poderia faltar, quando e onde conheceu o natiruts?

F: Logo assim que o CD Verbalize foi lançado, na casa de um amigo. Ouvi a música Gotas de Vidro e achei o máximo. Comprei o CD e busquei os anteriores.


FN: Qual show que você foi te marcou mais?

F: O que mais me marcou foi o primeiro. Tinha uma galera bacana curtindo, foi tudo perfeito. Uma coisa que eu realmente não esperava era que a galera tinha todas as músicas na ponta da língua. E a banda é muito humilde. O Alexandre é um cara iluminado.


FN: Conta pra gente alguma história marcante que envolva alguma música, uma lembrança ou acontecimento?

F: Ah, tem umas que eu não posso contar. rs. E sempre tem músicas que lembram momentos maravilhosos. A que mais me traz boas lembranças é Eu e Ela. Praia dos Golfinhos, Andar Pela Ilha também. Enfim, tem várias músicas que lembram um momento com uma menina, com amigos, momentos de aventura.


FN: Você já passou as mensagens que o Natiruts transmite para alguma pessoa que não conhecia? O que ela achou?

F: Sempre. Todo mundo gosta de ouvir uma mensagem de esperança. E aí, quando eu falo que é da banda, quem não conhece, passa a ouvir e curte.


FN: O que você ta esperando do novo cd? Curtiu as músicas já lançadas, ou alguma não te agradou?

F: A expectativa é total, porque eles sempre têm alguma coisa nova pra mostrar pra gente. Curti muito as três músicas que estão no site, a que eu mais gostei foi Glamour Tropical. Mas eles já adiaram tanto o lançamento, tenho certeza que estão se dedicando pra sair o melhor possível.


FN: O que você acha das misturas que o Natiruts faz? Com o DJ Malboro e Claudia Leite, por exemplo? Qual a tua opinião sobre eles tocarem axé em alguns shows?

F: Confesso que a mistura com o DJ Malboro não me agradou muito. Porque mexeu nos arranjos de músicas clássicas do Natiruts. Quanto a tocar axé nos shows, eu curto, acho legal. É uma mistura legal que rola na Bahia. E as pessoas reclamam depois do show, mas na hora todo mundo dança.


FN: Acha legal o Natiruts estar aparecendo mais na mídia?

F: Com certeza! O que falta pro reggae no Brasil é isso. Incentivo, as pessoas chegarem junto nos shows. E vale lembrar que Natiruts é uma banda independente. Então, se todas as músicas do novo CD entrarem nas rádios, nós, fãs, ganharemos muito. Além de novas pessoas ouvindo as mensagens maravilhosas da banda.


FN: Você escreve bastante e bem, como a gente pode conferir no seu blog. Você busca inspiração aonde? Já escreveu inspirado pelo Nati? Já pensou em escrever uma música?

F: Valeu pelo elogio! rs. As vezes eu acho que não escrevo tão bem assim. Por exemplo, eu sou incapaz de escrever alguma coisa de dia. Acho que é isso, me inspiro muito na noite, também já escrevi muito pensando no Nati. Eu acho que música é uma coisa muito mágica, então pra escrever uma eu teria que estar bastante conectado com alguma coisa. E também exige uma métrica, que tem que ter o Dom pra fazer. Mas já pensei em tentar sim.

FN: Trocando um pouco de assunto, o que você vem achando do momento atual do nosso Brasil?

F: Olha, eu acho que sentar e reclamar de tudo não é o caminho mais adequado. Temos é que votar bem. Não adianta falar que só existem políticos corruptos, se colocamos o Fernando Collor lá de novo. Acho também que aprendemos a rir da dor, como diz a música Nessa Babilônia. Então, acho que é uma coisa de identidade mesmo. Eu acho, na verdade, é que moramos no melhor lugar do mundo!


FN: E pra terminar fala ai um pouco o que você espera do seu futuro, suas metas de vida!

F: Eu espero ser feliz! Parece óbvio, mas vejo muitas pessoas que vivem de aparência. Quero me formar em jornalismo, escrever um livro mais tarde. Ter duas filhas, uma chamada Lua e outra chamada Ana Júlia. E espero estar sempre cercado de bons amigos. Mais do que isso eu não posso falar, porque amanhã posso querer algo diferente. Espero que tenham gostado!